Em representação da Assistência Médica Internacional (AMI), Ilda Costa regressou à Fundação CEBI para sensibilizar os alunos do 9.º ano do Colégio José Álvaro Vidal para a importância de agir, mudar e integrar. As ações fazem parte da missão diária da AMI, uma Organização Não Governamental (ONG) que desde 1984 coloca o Ser Humano “como o centro de todas as suas preocupações”.

A iniciativa decorreu a 30 de janeiro, no Auditório da Fundação, no âmbito da disciplina de Geografia, com o intuito de aprofundar as temáticas relacionadas com a importância do trabalho e do desenvolvimento social fomentado pelas Organizações Não Governamentais. 

Humanidade, neutralidade, imparcialidade e independência

“Atenuar as desigualdades e o sofrimento no mundo” e “criar um mundo mais sustentável, mais harmonioso, mais inclusivo, mais tolerante, menos indiferente e menos violento” são os principais pontos de atuação da AMI, que se movimenta, nacional e internacionalmente, de acordo com quatro princípios básicos: humanidade, neutralidade, imparcialidade e independência. 

Ilda Costa, nasceu no Congo, mas deixou o país africano em 1991. Assim que chegou a Portugal, inscreveu-se como voluntária da AMI, tendo sido, dois anos mais tarde, convidada a integrar os quadros a Instituição. Foi formada por Fernando Nobre, o médico-cirurgião fundador da AMI e atual Presidente da Organização. Atualmente, a representante trabalha na divulgação da Instituição junto das Escolas, dos estudantes e da camada mais jovem da população, relembrando que “qualquer pessoa, a partir dos 16 anos, pode ser voluntária em qualquer Organização, contribuindo ativamente para um mundo melhor”.



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