O Colégio José Álvaro Vidal vai recuar até 1968, ano da primeira ação voluntária da CEBI, para assinalar o Carnaval deste ano, recriando o ambiente à época, com alguns pozinhos de faz-de-conta e muita imaginação. 

A celebração, que ocorre a 9 de fevereiro, vai também ser a primeira grande iniciativa integrada nas comemorações do 50.º aniversário da Fundação, que se assinala durante todo o ano de 2018.

A decorrer entre as 14h30 e as 17h00, a iniciativa tem como ponto de partida “as ideias dos alunos” do 2.º e 3.º ciclos, que vão “celebrar os anos 60” com todas as dimensões das suas cores, ritmos e manifestações artísticas.

“A nossa casa é uma casa de invenção onde toda a gente pode entrar”

Trabalhando o Tema Integrador do presente Ano Letivo – “Literacias em Rede” – as crianças de 5 anos do Pré-escolar e os alunos do 1.º ciclo vão, por sua vez, fazer, durante as comemorações do Carnaval, “um elogio ao poder da imaginação e uma homenagem à Literatura Infantil”.

Inspirados pelo universo que envolve a obra “A Menina dos Livros”, os alunos vão atravessar um “mar de palavras pelo mundo das histórias”, captando a “magia que acontece sempre que alguém se perde a ler um livro”. O intuito? relembrar que a leitura “é fundamental para o desenvolvimento humano”, reconhecendo a sua “competência indispensável para a liberdade e igualdade entre cidadãos, permitindo uma participação plena na vida em Sociedade”.

Das 10h00 às 12h30, os alunos vão testemunhar que ler é “sonhar acordado”, é “viajar sem sair do lugar” e é como “abrir a porta de um Palácio”. Ler é uma descoberta de sentimentos e emoções, que nos transportam, sempre, para mundos diferentes, permitindo que todos compreendam melhor “as pessoas e os lugares” do próprio quotidiano.

Estudantes são construtores ativos da atividade de Carnaval

É responsabilidade desta escola fazer a ligação entre as tradições de Carnaval, a expetativa dos alunos e a dimensão pedagógica do evento. Por isso mesmo, para ser possível “brincar ao Carnaval”, os alunos, dos pequenos aos grandes, em representação de tantos outros, “de mansinho e com alguma timidez”, sentaram-se para serem construtores ativos da atividade. 

Aos poucos, com a sua “vontade de fazer parte”, ganharam o seu espaço e trouxeram “para cima da mesa” as suas melhores ideias: entre elas, havia “escorregas de algodão doce que chegavam até à China, castelos e labirintos, chaves douradas, bailes, jogos, músicas e histórias”. Muitas delas vão estar refletidas no dia do evento, que decorre nas instalações da Fundação. Entre e espreite para ver!



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